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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Valian Continua!

Valian continuará

Se você chegou até aqui, deve ter escutado alguma historia minha, ou esta em busca da continuação da historia de Valian. Muito bem, as trovas cantadas nessa taverna eram proferidas por um Trovador( que resolvi revelar, conto um pouco mais aqui)

Ele demandou uma mudança para que continuasse contado as historias e bem, nesse caso eu não tenho tanta escolha então criei um site que ainda esta em construção mas que você já consegue acompanhar as historias por outro lugar que é o a pagina. Obrigado pela compreensão!


Atenciosamente,

Jorge

sábado, 19 de março de 2016

Tya – A batalha do chamado(Liof e Duia)

— O que você entende por aquilo que rege nosso mundo Marian?

Ela abaixou a cabeça, puxou o pedaço da blusa que estava vestindo e ficou alisando e fazendo dobras, buscando as respostas perdidas em sua mente, os sonhos saltaram a sua mente, lembrou também da história que ele contou sobre o último filho.
— Nosso mundo é regido pelas coisas criadas pelos dois Deuses crianças, se me lembro da história, eles criaram: Céus, Montanhas, rios e mar.
— E quanto a magia? De onde ela vem? — Liof falou com calma.

— Eu não sei.

— Não somos capaz de saber, mas podemos definir qual são seus aspectos.
— O que descobrimos ate agora sobre ela é que possui algumas propriedades, como o aspecto do rio: A magia te um fluxo, um estado e quando passamos pelo posto do vale, encontrei uma entidade que falou que a magia estava em seu maior fluxo. Significa que ela terá sua baixa.

— então esse é o aspecto de rio. Para utilizá-la teríamos que canalizar o seu potencial?
— é isso que temos feito… Eu por meus encontros e meu passado possuo parte minha no rio, a que estava adormecida junto com minha memória. Quanto mais recupero as lembranças melhor compreendo essa canalização.
— como eu e Loreah chegamos a utilizar?
— isso é uma coisa que ainda estou pensando sobre. Eu não sei. Vocês acessam de formas diferentes. Você lembra do símbolo do fogo — Marian confirmou com a cabeça — ele consome nossa própria energia para gerar o fogo. Acredito que quanto mais magia fazemos mais podemos ser intermediários do fluxo do rio... Uma coisa que me intriga é como podemos compor um santuário.
— Pergunte a Duia, Ela mantem Tya protegida
—  Você citando me lembrou algo que ela me falou, que a magia tem outras propriedades que ela ainda não explorou, mas sabe que existe.
— seria possível anular o fluxo do rio criando algo que saia de sua imersão? Ou tentando secar seus recursos? Não sei...
— Não sei ao certo. Isso seria útil. O sentinela não poderia intervir de modo algum.

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Algum tempo antes da aurora do dia da batalha

Liof sentado sob a tenda lilás ao lado da pequena Ounda.
— Minha querida você precisará, se concentra um pouco, feche os olhos e respire profundamente.

A menina deixou o ar entrar, fechou seus olhos.

— escute seu coração bater. Escute o rio que passa, pense em Duia.
O coração. O rio. O coração e o rio. Duia e sua gentil expressão contemplava a menina, esticou uma das mãos e a Regente a pegou para guiar. Os olhos da menina ficaram lilas, seu corpo ganhou outra postura e ela levitou.
— agora minha querida vamos trabalha para que os soldados possam fazer a sua parte.
— Duia, é possível diminuirmos as forças dos cavaleiros escarlates?
— Sim é possível, isso aconteceu a muito tempo atrás. Meu neto deu a vida para que a magia aqui pendesse apenas para um lado.


— Entendi. Concentre-se e expanda a redoma de proteção que você criou.
— Tudo bem! Farei isso sem gastar as forças de Ounda.

— Minha pequena! Obrigado pela oportunidade de falar com Liof

Largou as mãos da menina.

Liof concentrou-se. Escutava a respiração pesada dos soldados, os cavalos nos locais, destinado ao descanso deles, corujas nas florestas ao redor e enfim os atrito nas armaduras dos soldados escarlates. Sentiu o rio, lembrou-se do orbe e expandiu sua vontade. Os olhos de Liof ganharam o tom âmbar. Liof construía uma ilhota em meio ao rio. Sntia a força da corrente, ela o puxava querendo o dobre a sua vontade e Liof resistia, Não aguentaria aquilo sozinho de modo algum. Duia o amparava mantendo a estrutura da ilhota, Liof era responsável por dispersar o fluxo, tal como uma proa que divide as águas.O Ultimo guardião sofre um flash em meio a concentração, lembrou-se do Orbe e do sussurro que brotava do seu íntimo. As reações sobre punham o fluxo mágico começou a sentir os elementos em sua pele. O arder do fogo, os cortes de vento, o golpe seco da terra, O desesperar da água, dois elementos distintos causavam o sufoco do medo e o constrangimento absoluto. Palavra ecoaram dentro de sua cabeça.

“Se tem medo do rio, não queira ver o mar”

Submergiu... Buscou fez força e voltou. Acordou ao lado da pequena Ounda, sentiu a cabeça latejar. O líquido denso e vermelho escorria por sua barba branca, olhou para a pequenina e entendeu o quanto Duia era forte. A batalha havia acabado. Todos haviam tomado seus caminhos agora ele precisaria ficar atento e ensinar cada vez mais a pequenina que dormia tranquilamente.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Tya - A batalha do chamado (Adáia e Loreah)

Os raios do sol mal encontravam os solos perto de Tya. Soldados se apertavam nas fronteiras, ferreiros ajuntavam os armamentos, os arqueiros ainda encostados nas beiras do muro de madeira, reforçados com pedra e metal.
— Os seis da entrada norte estão posicionados? – Loreah olhava com atenção as bordas das beiras da depressão.
— Sim! Liof e a regente já estão prontos? – Perguntou Adáia pegando o arco.
— Para eles a batalha começou antes de acordarmos.
— Estamos prontos!

Adáia subiu as escadas da muralha, Loreah foi para a linha de frente dos soldados no portão ao sul. Uma brisa intensa passou acariciando os rostos. A seta de fogo vinda de Adáia foi vista pelos responsáveis nos tambores. O primeiro som que surgiu fez os arqueiros saírem de suas proteções e atirarem nos suportes que mantinha as beiras da depressão sem desmoronarem. A queda da terra engoliu uma grande quantidade de soldados no sul, os que sobreviveram foram alvejados pelas  flechas, os arqueiros seguiam um ritmo de disparo em uníssono com os tambores. Cavaleiros escarlates estavam apáticos e procuravam voltar as suas posições. Loreah saia nos portões esperando o confronto que não vinha.
— NÃO DEIXEM FUGIR! – Ela avançou.

Os escudos seguiram a chefe da guarda. Quando atingiram o alcance das flechas Adáia fez os arqueiros pararem, descerem as escadas e formarem a linha de trás a linha de trás. Os soldados escarlates pararam de fugir. Finalmente a batalha. Loreah acabara de decepar a cabeça de um soldado e viu a primeira iniciativa de ataque, ela esquivou. Um escarlate a sua esquerda iria golpeá-la em cheio senão fosse por um de seus comandados colocar o escudo a protegendo, se sentia confiante em seus soldados. O objetivo da tropa era avançar e ir em direção as outras aldeias, descobrir quantos ainda viviam sob o manto escuro do isolamento. O objetivo de Loreah era não deixar nenhum deles vivos.
Adáia avançou trocando o arco por uma espada longa, os arqueiros preparavam uma saraivada. Olhar as flechas cravando nos soldados escarlates e eles ainda se movimentando poderia ser desmotivado mas isso so dava mais vontade as tropas, as guardas chefes haviam ensinado de forma a fixar em todos os soldados a dificuldade da batalha. A reação dos cavaleiros escarlates tinha começado. Os escudos se encontraram, o ataque que antes era de oportunidade se tornara tático. Loreah continuava atacando sem hesitar. Os soldados a defendiam coordenadamente. Por automatismo mais do que por querer ela também protegia seus companheiros. Os escalates eram fortes mas a capacidade tática da guarda de Tya  tinham se tornado tão eficientes quanto os mecanismos criados pelo povo de Loreah e ajudava a superar a falta de força. A espada trespassou o soldado ao lado da ladina, a pupila dela retraiu, o liquido denso e morno tocou seu braço que empunhava a espada curta. Sentiu a respiração e voltou a atacar, aproveitou o peso do oponente que acabara de desferir um golpe e o chutou, no peito. Escutou um grito crescendo na nuca. Ela se virou deixando o golpe de Adáia acertar o cavaleiro caído na altura do estômago. Agora ela estava por cima e a linha de escudos  avançou empurrando os escarlates que apareciam. Escutavam o som das armaduras vermelhas e do metal se chocando. Adáia arrancou a cabeça do cavaleiro que agora estava no chão. Olhando para Loreah indicou o caminho.

A vitória era inevitável, muitos soldados escarlates escaparam de lá devido o primeiro comando, a batalha se seguiu forte sem esmorecer. Ao terminar o contingente teria sofrido a perda de de um quarto Loreah e Adáia olhou confiante.
— Agora é buscarmos auxilio das outras aldeias.
— O que estamos esperando?
— Vou me despedir de Cinor e de meu amado - falou se dirigindo a cidade.
Loreah sentiu a pontada no peito, desde a mescla de experiências com a guerreira a saudade do abraço dos dois a povoava.
— Temos que prosseguir - falou baixinho, então apontou para um grupo de cinquenta arqueiros — vocês vem comigo - apontou para um agrupamentos de linha de frente - vocês vem comigo.
Partiu sem se despedir.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Tya - A batalha do chamado (Sten e Marian)

Os raios do sol mal encontravam os solos perto de Tya. Soldados se apertavam nas fronteiras, ferreiros ajuntavam os armamentos, os arqueiros ainda encostados nas beiras do muro de madeira, reforçados com pedra e metal. Loreah e Adáia haviam designado doze generais que coordenariam baseados nas táticas aprendidas os ataques, A ladina havia ensinado como os métodos brutos de batalha dos soldados escarlates: O avanço sem piedade, a falta de dor ou sensibilidade, a força de dez homens comuns, a agilidade, armaduras em comunhão com o corpo e o jeito eficaz de causar danos. Todos os soldados lembravam dela afirmando e reafirmando " a oportunidade que tiverem arranquem um membro sem medo, de preferência a cabeça para que não continuem lutando e caso sejam pegos e confrontados fujam e procurem uma forma melhor de atacar, não é covardia querer sobreviver". Os dispositivos de desmoronamento criados pela ladina abririam novos caminho, possibilitariam o complemento do grande plano.
Marian juntava os suprimentos e pergaminhos de anotações criados por ela e por Liof sobre o conhecimento que tinham sobre a magia. Vestiu um manto marrom-esverdeado e pediu para ir com o povo que se dirigira para Runei, uma das cidades que seria abordada rapidamente. O seu plano era passar pelos postos e seguir em direção ao labirinto plano. Quando terminava de compor sua bolsa de algodão escutou passos na porta de seu quarto. Um soldado a esperava na porta. A mão de Marian rodou a maçaneta e ao sair o único que sabia dos seus anseios estava ali. Sten a olhou, suas sobrancelhas arquearem e um sorriso pequeno tentava passar o apoio a atitude dela, mas seus olhos um pouco tristes denunciavam o que ele sentia.
— Você tem certeza!?
— Tenho Sten, o cubo é algo importante. Estudando com Liof montamos inúmeras teorias, temos alguns pontos e para vencer o sentinela, precisaremos estar completamente preparados no campo da utilização da magia. Liof não vai comigo pois protegera com suas energias esse local acompanhado de Duia e o sentinela não se atrevera a atacar ainda.
— Porque então não conta para ele também? – Ele buscava alguma reação no rosto da líder de Falligan, um silêncio incomodo se instaurou – Posso ir com você?
— Você sabe que Runei vai ser uma grande dificuldade e sem você acho difícil eles vencerem o local aonde o senhor do castelo tem influência direta. Você conhece aquele local e saberá como agir.
— Pãntrio e Pirtrio precisam de alguém ao lado…

Ele mostrou os dentes em uma tentativa de sorriso, não acreditava tanto que era uma peça fundamental para a batalha, mas sabia que para os garotos a presença dele ou de um dos amigos mais próximos seria importante. Colocou então um dos elmos que o igualaria a qualquer soldado. Marian cobriu utilizando o capuz da capa e se dirigiram para o portão que entraram a um tempo atrás.

Tambores estavam posicionados atrás de cada uma das tropas, o sinal viria deles ao comando de uma flecha de fogo disparada por Adáia. Sten contemplava a mulher que se distanciaria por um tempo, de costas para ele, ela parecia concentrada, sua mão se aproximou do ombro dela. Desistiu, abaixou a cabeça e respirou profundamente. O movimento da cabeça da mulher levou os olhos a se encontrarem. Ela virou o corpo na direção do soldado, aproximou um pouco mais e retirando uma adaga de sua bolsa riscou o símbolo do ar no peitoral. Pressionou com carinho o local que acabara de desenhar, sentindo um pouco da sua energia sendo direcionada aquela armadura. Abriu a boca para alguma explicação, mas foi interrompida pelos tambores. A batalha começara Pirtrio e Pãntrio viam aquela cena esperando que o caminho até a passagem que levava a Runei estivesse aberto. Os disparos precisos, alguns precisaram de mais de um disparo, fizeram as bordas envolta da grande depressão aonde se encontrava Tya desmoronarem, foi possível ver os soldados escarlates caindo na fenda, flechas voaram para atingir aqueles que sobreviviam. Após a primeira saraivada viram que os inimigos que não foram soterrados se levantavam com setas fincadas, trespassadas e saiam em busca de voltar para as partes restantes das bordas.

— Senhor! Eles estão nos atacando, levaram a maioria do contingente no limite do santuário.
— Vamos perder muitos homens? – A voz na cabeça do primeiro cavaleiro ressoava monótona
— P
erderemos de qualquer jeito.
— Então lute, se vamos perder não atacando, ataque com os que já estão dentro do santuário e faça-os sentir um pouco da perda. Quanto aos outros mande-os para as estradas e acampamentos. Mais meio inverno e estarei pleno, e mais dois dias teremos seu irmão em ação.
O grito para impulsionar aqueles que ainda possuíam alguma consciência entre os soldados escarlates veio do cavaleiro primordial. Enquanto isso os outros que eram meras marionetes e estavam antes da grande depressão se direcionaram as estradas. O cavaleiro que se locomovia como a luz saiu dali e foi para Runei, preparar as tropas alvas. Todas as estradas estariam encobertas, mas nenhuma em direção ao castelo poderia estar desprotegida.

Os portões se abriram deixando os soldados saírem nas direções determinadas, Loreah e adáia haviam montado um plano interessante de busca: Dividiram suas tropas em quatro partes, uma delas seria comandada até os limites do castelo branco, outras duas tinham como objetivo chegarem as outras aldeias e uma última ficaria para defender Tya de qualquer investida dos soldados escarlates. Sten estava na tropa que buscaria limpar o caminho até o castelo, partiram em direção a floresta que levaria a Runei. O barulho das armaduras era duro para os ouvidos, o caminhar era ritmado e preciso, uma quantidade quase igual aos soldados descia em direção a floresta que envolvia aquela entrada. O primeiro choque mostrou a grande diferença, a disciplina dos soldados treinados por adáia e loreah era impecável. Chegaram unidos ao seu objetivo enquanto os soldados escarlates não importavam para seus companheiros, atacavam displicentemente. As espadas escarlates encontraram os escudos cinzas, os escudos eram fortes e leves mas sofreram riscos profundos, as pancadas faziam a linha de frente recuar. Após o primeiro impactos trabalhavam os da segunda linha auxiliaram no contra-ataque, com a formação criada oportunizava dois atacarem um soldado escarlate e retornarem para defender, porém não era o suficiente a força que os soldados escarlates tinham era maior. Espadas cortavam os cavaleiros escarlates enquanto outros tentavam defender, depois da quinta recuada as perdas foram inevitáveis. Os escudos cederam, espadas trespassaram alguns, Sten ainda não havia entrado em batalha, aguardava na última fila. Marian apressada saiu pelo flanco esquerdo da tropa. O cavaleiro novato a seguiu, rapidamente a mulher foi abordada por um cavaleiro escarlate. O medo invadiu Sten, Acelerou o passo. Um clarão e o folego do rapaz se foi. Um soldado escarlate estava em chamas, atacado pela bola de fogo que acabara de sair dos dedos de Marian. Ela seguiu em direção as árvores e se escondendo. O suor frio escorria pelo rosto escondido da mulher, a utilização da magia que ainda utilizava muito de sua energia apesar de um santuário potencializar as capacidades. Se esgueirou e subiu as pedras escorando uma vez por outra, já abria uma distância considerável, olhou para trás e enxergou as forças escarlates esmagar mais da metade dos soldados. Um machado despencava em direção as costas da mulher, ela desviou e Sten cortou a cabeça do oponente com um golpe de um de seus machados, ele não havia a abandonado.

— Volte, eles precisam de você!
Ele afirmou com a cabeça e seguiu para o campo de batalha sentindo o peito pesado e a garganta precisando gritar, arrancou seu capacete. Sentiu o ritmo das passadas o ar brincar com pele de seu rosto e entrou pulando em cima de um dos soldados escarlate mais perto, seus machados davam golpes furiosos, ferozes e sedentos. O sangue dos escarlates evaporava criando nuvens incomuns no campo de batalha. Sten, O selvagem mostrava sua verdadeira natureza, vencia a força com sua agilidade e vontade. Lutando para sobreviver além de tudo e utilizando daquilo que ainda não sabia sentir para fazer o que podia para vencer, para ser o homem em pé, depois do ataque. Aos poucos, sua armadura foi desatrelada do corpo. Primeiro as ombreiras e depois o peitoral. Apenas a proteção da perna e as manoplas sobraram, ele ofegava e os soldados de Tya que lutavam ao seu lado ganharam motivação para continuar, ver Sten como exemplo em batalha foi o impulso final que eles precisavam. Venceram os soldados que estavam ali e dos setenta soldados de Tya sobraram apenas dez. Olhar perdido em pé sobre a carcaça do último inimigo, os machados firmes na mão, feridas profundas nos braços e no peitoral desprotegido era isso o que enxergavam os outros nove, feridas que foram amenizadas pelo santuario. Um homem que sobreviveu dando de toda a força que dispunha. O selvagem levantou a cabeça e procurou a mulher entre as árvores. Marian havia partido.